Saudade é assim... Dor mansa da alma
Muito mais que ausência... não presença
É querer infinito de junto estar... E não poder...
Saudade é cais. Partida sem volta...
Som de passos que finjo escutar
Mão leve do afago, beijo suave...
Lágrima doída, presença não sentida...
Muito mais que ausência... não presença
É querer infinito de junto estar... E não poder...
Saudade é cais. Partida sem volta...
Som de passos que finjo escutar
Mão leve do afago, beijo suave...
Lágrima doída, presença não sentida...
Que fazer da dor? Do abraço que não abraça?
Da voz que não se ouve, do toque que não se sente?
E as horas se desdobram em dias, meses e anos...
É o calendário inexorável da vida.
E não estás mais aqui...
Que consolo dizer que estás em meu coração...
Se meu corpo não sente teu calor...
Se tua voz mansa já não me fala:
"Tudo isso vai passar..."
Da voz que não se ouve, do toque que não se sente?
E as horas se desdobram em dias, meses e anos...
É o calendário inexorável da vida.
E não estás mais aqui...
Que consolo dizer que estás em meu coração...
Se meu corpo não sente teu calor...
Se tua voz mansa já não me fala:
"Tudo isso vai passar..."